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13/05/2015 09h40
Motofretista destaca importância do registro

Motofretista há dois anos na empresa Cia de Motoboy, em Sorocaba, Rogério da Cruz Alves, de 31 anos, fala o quão importante é ser registrado em uma empresa regularizada para ter garantido todos os direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ele é habilitado para pilotar moto desde os 18 anos, quando tirou carteira de habilitação. Já realizou muitos trabalhos como motoboy autônomo, sem vínculo empregatício. A segurança que hoje ele tem no caso de um acidente e até mesmo para aposentar-se estimula-o a orientar os demais motoboys para que procurem empresas regularizadas conforme a lei para poder trabalhar tranquilo.

Casado e pai de um menino de 12 anos e, futuramente, de uma menina, já que a esposa está grávida de seis meses, Rogério, que mora no bairro Árvore Grande, leva muito a sério o trabalho na empresa e fala sobre os equipamentos obrigatórios para a moto e para o motociclista desenvolver os serviços com tranquilidade e dentro da lei. Ele tem o curso necessário para pilotar e descreve os requisitos necessários para pilotar: utilizar colete de segurança e capacete dotados de dispositivos retrorrefletivos; luvas para proteção das mãos; ter registro como veículo da categoria de aluguel (placa vermelha); instalação de protetor de pernas (mata-cachorro), fixado no chassis do veículo, destinado a proteger as pernas em caso de tombamento; instalação de antena corta-pipas; além do baú na motocicleta. O piso salarial do motoboy regulamentado é de R$ 1.404, incluindo a ajuda de custo de R$ 324, trabalhando-se 44 horas semanais.

(Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul – Foto: Emidio Marques/Reprodução JCS)